148. Soneto de meu pai

Sempre me falou do lugar onde sou rei
de modo mais que um soberano
Em tempo: cresci, na medida que faltei
qualquer um por este lugar kafkiano

Trás de presente depois do trabalho
em um embrulho, a dúvida se amadureci
o que poderei responder se faltei
responderei que sim, eu batalho.

Da dívida dos jogos trocados
quis manter nossas responsabilidades
Sempre soube que nasci príncipe

De carinhos dados e, ainda, arrancados
Vivi a mais pura das normalidades
A mesma herança de sempre: felipe.

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A Lógica é a genética da preguiça de criar, e a criação precisa de intensidade sendo o exercício do impossível imediato, mas, às vezes, porque não sermos um pouco indolentes?

Não 'creio' na Lógica por causa dos Ateus. Os mais consistentes propagadores das leis de Deus.

Mesmo não sendo parnasiano...

“Fuja da abundância estéril desses autores, e não se sobrecarregue com um pormenor inútil. Tudo que dizemos a mais é insípido e degradável; o espírito saciado repele instantaneamente o excesso. Quem não sabe moderar-se jamais soube escrever.”

Nicolas Boileau-Despréaux
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