209. Trem de partida

Irei crescer e bater
estranho, estrangeiro,
como trem que escorrega
ao partir sem chegar.
Derrapa com as crenças dos nativos,
supostamente,
passageiro cativo...
Da estação?
Certamente nunca do destino,
que toda cidade é substituta,
e pois que o derradeiro coração,
é uma ilha,
na insistência do sangue,
em coaguladamente circular
de um coração ao outro.

Um dia, vou deixando as rimas
com o passar do trem!

0 comentários:

Postar um comentário

A Lógica é a genética da preguiça de criar, e a criação precisa de intensidade sendo o exercício do impossível imediato, mas, às vezes, porque não sermos um pouco indolentes?

Não 'creio' na Lógica por causa dos Ateus. Os mais consistentes propagadores das leis de Deus.

Mesmo não sendo parnasiano...

“Fuja da abundância estéril desses autores, e não se sobrecarregue com um pormenor inútil. Tudo que dizemos a mais é insípido e degradável; o espírito saciado repele instantaneamente o excesso. Quem não sabe moderar-se jamais soube escrever.”

Nicolas Boileau-Despréaux
Creative Commons License

A Pro
posta...

...deste blog é difundir o ideal da poesia compartilhada e não apropriada por aqueles que, pretensamente, se consideram autor@s. Assim, todo o conteúdo publicado neste, pode ser utilizado e modificado por qualquer um(a) que se sentir encorajad@. A única coisa não permitida é intitular-se autor. Por isso estou recorrendo à Creative Commons (veja em) para garantir este direito a tod@s!

O Conteúdo...

...deste blog serão os poemas produzidos na Residência Universitária 5 e alguns, poucos, outros reciclados durante este tempo. Esta coleção (provavelmente são algumas em gestação) não tem nome.

Modifiquem! Publiquem!

Seguidores